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AMAR A AMAZÔNIA
AMAR O BRASIL

REGISTRO HISTÓRICO DA FUNDAÇÃO AMA BRASIL

• 22 de Dezembro de 1987

A convite do Governador do Amazonas, reunidos no Palácio Rio Negro, na Cidade de Manaus - AM, os instituidores amazonidas assinaram a Ata de Criação da Fundação AMA Brasil, aprovada pelo Ministério Público com o parecer do então Promotor Dr Mauro Campbell, Ministro do STJ, publicada no Diário Oficial em 30 de Dezembro de 1987, devidamente registrada no cartório de títulos e documentos e em seguida obteve o cadastro (CPC) junto ao Ministério da Cultura em Brasília beneficiando-se da Lei nº 7505.

• 1988

Um dos instituidores foi indicado pelo Governador do Amazonas, para integrar a equipe do Instituto Superior de Estudos da Amazônia – ISEA, por ser hidrógrafo, tendo servido na Comissão de Levantamentos da Amazônia – COLAM, imediatando dois navios hidrográficos, Oficial no Estado Maior da Flotilha do Amazonas, comandando um navio balizador na Foz do rio Amazonas, comandando a Capitania dos Portos no alto Rio Solimões, apoiando a EXPEDIÇÃO COUSTEAU quando Comodoro do Iate Clube do Amazonas, comandando na Amazônia Brasileira, a EXPEDIÇÃO IBERO AMERICANA “EN CANOA DEL AMAZONAS AL CARIBE” e, no ISEA, sua missão juntamente com outros diretores da Fundação, seria estudar a interligação geográfica das bacias hidrográficas do Prata e da Amazônia, esta já interligada à bacia do Orinoco pelo canal natural do Cassiquiare que delimita a oeste uma ilha continental, a lendária Ilha das Amazonas, referida no Livro “Viagem de Ouro”, obra literária inspirada no acasalamento da lenda do muiraquitã, amuleto sedutor, das virgens Amazonas com a frase épica atribuída a um desconhecido navegador que desafiando o mar tenebroso acordou a ciência de um sono milenar transportando-a para um novo mundo: “Já que não nos é dado viver por longo tempo, façamos algo que fique a atestar termos vivido”, gerando assim 1001 histórias registradas no diário de bordo da Nav SperanZa descobrindo novos mundos... Uma viagem atemporal, transportando a carga mais valiosa que o ouro: o Conhecimento, abordado no Livro: Viagem de Outo.

• 1889

A Fundação AMA Brasil passou a oferecer um prêmio a quem descobrisse o nome da Nau Capitânia de Cabral, pois em Porto Seguro - BA tudo lembrava apenas as três caravelas de Colombo: na bandeira municipal; no Condomínio Santa Maria Pinta e Nina; na passarela do álcool o Restaurante Santa Maria Frutos do Mar e em outros logradouros públicos. Assim, a Fundação contribuiu para resgatar a História do Município Primaz do Brasil, recebendo do Benemérito Pedro Vieira Leite, em nome do povo brasileiro a doação de uma área contendo o complexo turístico “Aldeia dos Aimorés”, onde Cabral teria encontrado e conhecido os primeiros brasileiros, habitantes do novo mundo – o Navio Escola da Marinha do Brasil em viagem de instrução pela Europa, também participou do Concurso, patrocinado pelo Presidente Max Teixeira, porem os aspirantes não encontraram nenhum registro do nome da Nau Capitânia. A Revista Canal 2000 da Fundação, editada pela jornalista Astrid Caminha divulgou todos os projetos da Fundação e suas realizações entre tantas, participou do I ENCOMAR encontro de marinas em Salvador – BA e Angra dos Reis – RJ, apresentando maquetes do Centro Cultural e Turístico Marina Maceió e Marina do Descobrimento, realizou parceria com o SEBRAE-AM, a 1ª Feira Náutica da Amazônia, no armazém 10 do porto de Manaus, lançando um manifesto em prol da realização da ECO 92, na cidade de Manaus – Amazonas, que contava com o apoio da Presidência da República.

• 1990

Faleceu o primeiro Presidente da Fundação, o Benemérito Maximiano da Rocha Teixeira, que sempre será lembrado e homenageado na Avenida Max Teixeira na Capital Amazonense e sob sua inspiração a Fundação AMA Brasil oficiou a Sociedade Brasileira de Cartografia – SBC sugerindo o registro do nome “Ilha das Amazonas” uma curiosidade geográfica, referindo se a ilha continental Amazônica destacando Manaus como sua Metrópole, motivando a criação do movimento Green Life Amazônia Pro ECO 92 que com a participação do Iate Clube do Amazonas criou-se a Sociedade Recreativa e ambientalista Green Life Club com sede na Cidade do Rio de Janeiro, compartilhada com a Fundação AMA Brasil.

• 1991

Para dar continuidade aos estudos iniciados no ISEA descobrindo o fantástico corredor Eco Turístico, ligando o Mar del Plata ao Mar do Caribe, pelo interior da América do Sul, aproveitando a experiência obtida no apoio a EXPEDIÇÃO COUSTEAU e na participação da EXPEDIÇÃO “EN CANOA DEL AMAZONAS AL CARIBE”, criou-se a EXPEDIÇÃO AMA PANTANAL, com objetivo permanente de estudar a biodiversidade na interface Amazônia-Pantal e monitorar o impacto ambiental, social e cultural ocorrido nos últimos 500 anos deexistência do Brasil e das Américas inspirando projetos como a Ponte Rio Negro, o Projeto Segredo Vivo na Chácara de Noé (sede panteneira da Sociedade Green Life Club), a Marina Escola Bellatrix (sede Amazônica da Sociedade Green Life Club) a Nav SperanZa a ser viabilizada pelo Fundo SperanZa, e o Projeto Uno, Sede Ecológica da ONU, rebatizado de Torres Quadrigêmeas durante a Rio+20.

• 1990 a 1997

Ambientalistas liderados pelos universitários da Paraíba, “Froid e Lula” após escalarem o pico da Neblina, tornaram-se voluntários, pioneiros no Programa Universidade Sobre e Sob Águas, utilizando-se das embarcações: L/M Asterix, Naveta Mboytata, L/M Maues e uma House Boat doada pelo Governador do Amazonas, embarcações precursoras dos Barcos Escola do Projeto AMA, operando a partir dos Portos cedidos a Fundação AMA Brasil.

• 1992

Em parceria com a Universidade Federal Fluminense-UFF, realizou a Exposição Amazônia, tendo patrocinado dez palestras de alto nível sobre grandes temas nacionais, como o Projeto Rondon, cujo palestrante professor Wilson Choeri, sugeriu a sua recriação e, com o apoio do Reitor da UFF, a Fundação AMA Brasil juntamente com outras instituições, ratificou o Projeto AMA, o Programa Universidade Sobre e Sob Águas, a Expedição AMA Pantanal e Prêmio Muiraquitã, apresentados na Europa inicialmente ao Reitor da Universidade de Coimbra Dr. Rui de Alarcão, pelo presidente da Fundação AMA Brasil, em dezembro de 1992, despertando o interesse da Sociedade Acadêmica de Coimbra manifestado via FAX no início de 1993.